Provas analisadas: os dois MAP1 anteriores, lidos em imagem (enunciados + resoluções oficiais):
MAP1 2024-25 (14/03/2025, 18h, 45 min): P1 6 val. · P2 10 val. · P3 4 val. Há resolução oficial do P1 e do P3; a do P2 é [resolução própria].
MAP1 2025-26 (16/03/2026, 19h, 45 min): P1 4 val. · P2 10 val. · P3 6 val. Há resolução oficial dos três problemas.
Formato de ambos:3 problemas, 20 valores, cada problema numa folha separada, com um formulário fornecido no enunciado (ver abaixo). As resoluções usam sempre γaˊgua=9800 N/m³ e patm=1,012×105 Pa.
MAP1 deste ano: 28/10/2026, 10h30 · 60 min · só calculadora científica não gráfica · matéria até à Aula 11 (energia), inclusive.
Os dois MAP1 anteriores foram em março, com 45 min, e só tinham hidrostática + hidrocinemática: nenhuma alínea de leis de conservação. Este ano, o MAP1 tem 60 min e cobre a matéria até à Aula 11.
Inferência (não confirmada): é provável que apareça um problema de leis de conservação (massa + energia, e talvez Euler), além dos três clássicos, ou que um dos três seja trocado por ele. Ver Q4.
🗺️ Estrutura do MAP1
Q
Tema dominante
Valores 2024-25
Valores 2025-26
Resumo
Probabilidade
Q1
Pressões: absoluta/relativa, vários líquidos, manómetro
Figuras: retângulo (bh, IG=bh3/12); em 2025-26, também o quarto de círculo (πr2/4, IG=0,0549r4, centroide a 0,4244r de cada lado reto); em 2024-25, o setor circular (S=πr2θ/360).
O que NÃO vem (tens de saber de cor): γaˊgua=9800 N/m³; γ=dγaˊgua; ∇⋅u=0 (incompressível); as definições de permanente/uniforme; e todas as leis de conservação (o formulário pode ser alargado este ano, mas não contes com isso): ∑±ρUS=0, H=γp+z+2gU2, P=γQH, G+Π+I+M1−M2=0.
Estratégia global de tempo (60 min, 20 val.)
Lê os 3–4 problemas (2 min) e marca as alíneas que são “de graça”: prel=pabs−patm, γ=dγaˊgua, ∣u∣ num ponto.
Q1 Pressões primeiro (~8 min): é o mais mecânico e dá confiança.
Q3 Cinemática (~10 min): substituições e uma EDO separável; quase nunca há armadilhas de geometria.
Q2 Superfície curva (~20–25 min): vale 10 val., por isso guarda-lhe o maior bloco. Faz o desenho com cotas, projeção vertical e volume real/fictício antes de qualquer conta.
Q4 Conservação (~15 min, se existir): massa → energia → Euler, pela Ordem de ataque.
Cada problema numa folha separada, com nome e número em todas.
Regra das cotações: as resoluções oficiais dão ~⅔ da alínea à expressão certa e ~⅓ ao número. Escreve sempre a fórmula com os símbolos antes de substituir.
1️⃣ Q1 — Pressões: absoluta/relativa, vários líquidos, manómetros
O que pedem (e o que NÃO pedem)
Pedem: converter pabs↔prel; exprimir em m c.a.; calcular γ de um líquido a partir da densidade; somar colunas de vários líquidos; percorrer um manómetro em U.
Não pedem: forças em superfícies (isso é a Q2), nem fluido acelerado (§2.2 nunca saiu no MAP1).
A lógica
Tudo sai da lei fundamentalp2=p1+γ(z1−z2) aplicada fluido a fluido: dentro de cada líquido contínuo, a pressão cresce γΔh ao descer; nas interfaces, a pressão é a mesma dos dois lados. Teoria em §2.3 (lei), §2.4 (referências e unidades) e §2.5 (manómetros). Checklist: linhas “Pressão num ponto”, “absoluta…m c.a.” e “Tubo em U”.
Percorre o caminho do ponto conhecido até ao pedido: desce ⇒ +γΔz, sobe ⇒ −γΔz, com o γdo líquido em que estás.
Gás: despreza o seu peso ⇒ pressão uniforme em todo o gás (a cota dentro do gás não entra).
m c.a.: divide por γaˊgua=9800.
O truque que distingue 4 val. de 2 val.
Sinal ao subir: em 2024-25 o ponto A está acima da interface 1, por isso pA=p1−γaˊgua⋅0,40 (menor). Quem soma perde a alínea de 3 val.
Distratores de cota: a cota de B dentro do gás (0,60 m) não entra; o escoamento na conduta também não (a distribuição na secção é hidrostática).
Unidades:γ vem em N/m³, não em Pa (a própria resolução oficial de 2024-25 tem esta gralha).
Exemplo real 1 (MAP1 14/03/2025 — P1, 6 val.)
Conduta vertical com água; no ponto A liga-se um manómetro em U com mercúrio (d=13,6), fechado do outro lado por um gás sob pressão. No ramo esquerdo, A está 0,40 m acima da interface água/Hg (ponto 1), e 1 está 0,60 m acima do fundo do U. No ramo direito, o Hg sobe até 2, a 1,10 m do fundo; B está no gás, 0,60 m acima de 2. pB=220 kPa (absoluta); patm=1,012×105 Pa.
a) (1,5) pB relativa. b) (1,5) γHg. c) (3,0) pA relativa, em m c.a.
Resolução passo-a-passo (oficial)
a)pB=220000−101200=118,8kPa (relativa).
b)γHg=13,6×9800=133280N/m3.
c)1. Gás sem peso:p2=pB=118800 Pa.
2. Desce no Hg de 2 para 1 (Δz=1,10−0,60=0,50 m):
p1=p2+γHg⋅0,50=118800+66640=185440Pa3. Sobe na água de 1 para A (0,40 m):
pA=p1−γaˊgua⋅0,40=185440−3920=181520Pa4. Em m c.a.:γpA=9800181520=18,52m c.a.
Lição
Escreve a cadeia pA=pB+γHg(z2−z1)−γaˊgua(zA−z1) de uma vez e só depois substitui. A cota dentro do gás é um distrator.
Exemplo real 2 (MAP1 16/03/2026 — P1, 4 val.)
Reservatório aberto com, de cima para baixo: água 0,5 m, líquido A 1,0 m e mercúrio (d=13,6) 0,1 m. patm=1,012×105 Pa; pressão no fundo =150 kPa (absoluta).
a) (1,0) Pressão relativa no fundo, em m c.a. b) (3,0) Densidade do líquido A.
Resolução passo-a-passo (oficial)
a)prel=150000−101200=48800 Pa ⇒ 980048800=4,98m c.a.
b) Somar as colunas desde a superfície livre (prel=0), com γi=diγaˊgua:
prel=γaˊgua(ha+dAhA+dHghHg)48800=9800(0,5+1,0dA+13,6×0,1)=4900+9800dA+13328dA=980030572=3,12
Lição
Com pressão dada em absoluta, o primeiro gesto é subtrair patm. Depois é só uma soma de γihi. O mercúrio (13 328 Pa) pesa mais do que a água toda (4900 Pa): não o esqueças.
Variantes que já saíram e que podem sair
Já saíram: o manómetro em U com gás (2024-25) e o reservatório estratificado com a densidade como incógnita (2025-26).
Podem sair (treina no Resumo): o manómetro diferencial entre dois pontos de uma conduta (§2.5, Ex 2.4 e Prob 2.5 do livro); o barómetro e as unidades (§2.4, Ex 2.2); a pressão absoluta comparada com tv (cavitação, §1.8).
Pedem (sempre):ΠH e ΠVpor metro (ou para a largura dada); depois uma pergunta de momentos: o peso mínimo contra o derrube (2025-26) ou o momento no servomotor/articulação (2024-25). Às vezes, o módulo e o ponto de aplicação da resultante.
Não pedem: integrar pressões. Tudo se faz com a projeção vertical (ΠH) e o volume real/fictício (ΠV). Também não há subpressão quando a fundação é impermeável (dito no enunciado de 2025-26).
A lógica
Horizontal:ΠH=γh0Sv sobre a projeção vertical da parte molhada, aplicada no centro de impulsão dessa projeção (y′=y0+IG/(Sy0); num retângulo que começa na superfície livre fica a ⅓ da altura a contar do fundo).
Vertical:ΠV=γ∀, com ∀ = volume entre a superfície e o plano da superfície livre. Se a água está por cima, é o volume real e a força é para baixo; se está por baixo, é o volume fictício e a força é para cima. Aplica-se no centroide desse volume.
Momentos: o derrube ou a abertura resolve-se com ∑M=0 em torno do ponto de rotação, com os braços perpendiculares às linhas de ação.
Teoria em §4.3 (componentes), §4.4 (arcos circulares: a resultante passa pelo centro), §4.5 (equilíbrio/abertura) e §3.3–§3.4 (centro de impulsão da projeção / diagrama). Checklist: linhas “Comporta/superfície curva”, “arco circular” e “força para abrir”.
Passos
Desenha a secção com a superfície livre, as cotas, a parte molhada (exclui o que está enterrado em rocha impermeável ou do lado seco) e o ponto de rotação.
ΠH: altura molhada da projeção vertical a ⇒ h0 = profundidade do seu centro ⇒ ΠH=γh0(a⋅b). Linha de ação: a a/3 acima da base da projeção (se o topo da projeção estiver na superfície livre); senão, Steiner.
ΠV: decompõe o volume em retângulo(s) + quarto(s) de círculo (πR2/4, centroide a 4R/3π=0,4244R de cada lado reto, dado no formulário). Decide o sentido (real ↓ / fictício ↑).
Braço de ΠV: centroide composto xˉ=∑Ai∑Aixi, medido a partir do ponto de rotação.
Momentos: classifica cada força como estabilizadora ou derrubadora em torno do ponto e escreve ∑M=0.
Arco circular centrado na articulação? A resultante passa pelo centro ⇒ momento hidrostático nulo (verifica: ΠH⋅bH=ΠV⋅bV).
O truque que distingue 10 val. de 5 val.
A parte molhada certa: em 2025-26, o degrau de 0,5 m encostado à rocha não é molhado, mas o braço de ΠH em relação a A ganha esses +0,5 m.
O quarto de círculo soma ou subtrai? Depende de que lado está a água em relação ao arco. Desenha o volume antes de escrever 4+π/4 ou 4−π/4, ou 1−π/4.
Volume até à superfície livre: em 2024-25, a câmara por cima da comporta é seca, mas o volume fictício vai até à superfície livre: retângulo 1×2+ quarto de círculo.
ΠV ajuda a estabilizar o dique (empurra a face de montante para baixo, à frente do pé A): não o ponhas do lado derrubador.
Braços a partir de A: o centroide calcula-se a partir de um lado do volume, e depois converte-se (b=4−xˉ em 2025-26).
Exemplo real 1 (MAP1 16/03/2026 — P2, 10 val.)
Dique assente em rocha impermeável, com água a montante (à esquerda). A face de montante tem, de baixo para cima: um degrau vertical de 0,50 m encostado à rocha (não molhado); um arco de quarto de círculo de R=1 m (sobe 1 m e avança 1 m); e uma face vertical até ao coroamento. A superfície livre está 4,00 m acima do topo do arco. O pé de jusante é o ponto A, que fica a 4,00 m (na horizontal) do início do arco; o peso do dique está aplicado em G, a 2,00 m de A.
a) (6,0) ΠH e ΠV por metro. b) (4,0) O peso mínimo do dique para não derrubar em torno de A.
Resolução passo-a-passo (oficial)
a)1. Horizontal: a projeção vertical molhada mede 4+1=5 m, com o centro a h0=2,5 m:
ΠH=γh0S=9800×2,5×5×1=122500N/m(→)2. Vertical: o volume de água acima do arco é um retângulo 4×1 mais o quarto de círculo:
ΠV=γ∀=9800(4×1+4π⋅12)=46897N/m(↓)
b) No limite de derrube, ∑MA=0 (G e ΠV estabilizam; ΠH derruba):
GbG+ΠVbΠV−ΠHbΠH=01. Braços:
bG=2 m;
bΠH=0,5+35=2,167 m (⅓ da altura molhada, mais o degrau);
bΠV=4−4+4π0,5×4+0,4244×4π=3,512 m (centroide composto, medido da vertical do início do arco e convertido para A).
2. Peso mínimo:G=2122500×2,167−46897×3,512≈50,4kN/m
A resolução oficial dá G=50404,5 N/m. Refazendo as contas com os mesmos braços, obtém-se ≈50350 N/m: é uma diferença aritmética de ~0,1 % na resolução oficial; o método está certo.
Lição
O derrube é sempre “momentos em torno do pé de jusante”. ΠV sobre a face de montante é estabilizador. O braço de ΠH conta-se a partir de A, que fica abaixo da zona molhada.
Exemplo real 2 (MAP1 14/03/2025 — P2, 10 val.)
Descarga de fundo 1,0×1,0 m de um açude. Superfície livre a 3,00 m do fundo. Duas soluções, ambas articuladas em A (1,00 m acima do fundo), com o mesmo peso, e manobradas por um servomotor em A:
(a) comporta cilíndrica: um quarto de cilindro de R=1 m centrado em A, com a água do lado convexo (em baixo/à esquerda) e o interior seco;
(b) comporta plana: a corda diagonal do mesmo quadrante.
Para a cilíndrica: a) (3,0) ΠH. b) (3,0) ΠV. c) (1,0) O módulo e o ponto de aplicação. d) (3,0) O momento no servomotor é maior, menor ou igual na comporta plana? (qualitativo)
Example
a) A projeção vertical é 1×1, com o centro a h0=2,5 m:
ΠH=9800×2,5×1=24,5kN(→),h′=2,5+2,51/12=2,533m
A linha de ação fica 0,533 m abaixo de A.
b) A água está por baixo do arco, logo o volume é fictício e a força é para cima. Esse volume vai do arco até à superfície livre: retângulo 1×2 acima de A + quarto de círculo:
ΠV=9800(2+4π)=27,3kN(↑),xˉ=2,7852(0,5)+0,785(0,4244)=0,479m aˋ esquerda de A
c)∣Π∣=245002+272972=36,7kN,θ=arctan2450027297=48,1∘Verificação:24500×0,533=13067 e 27297×0,479=13067 N·m. Os momentos em A anulam-se, logo a resultante passa por A (as pressões são radiais). Ponto de aplicação no arco: (−0,668;0,256) m, com origem no fundo por baixo de A.
d)Maior na comporta plana.
Na cilíndrica, a impulsão passa pelo eixo ⇒ momento hidrostático nulo: o servomotor só vence o peso.
Na plana, a impulsão é normal à placa e aplicada no centro de impulsão, que fica abaixo do centroide ⇒ não passa por A e gera um momento (≈ 1,6 kN·m) que se opõe à abertura.
Lição
Arco circular centrado na articulação ⇒ momento hidrostático nulo. É a razão de ser das comportas de segmento, e é a resposta “qualitativa” que vale 3 val.
Variantes para treinar (todas resolvidas no Resumo)
Barragem com face inclinada ou triangular: Ex 2.9 (§4.3).
Cilindro a reter água, ou entre dois líquidos: Prob 2.11 e Ex 2.11 (§4.4).
Comporta de segmento, abertura e reação: Prob 2.9 e Ex 2.13 (§4.5).
Comporta plana com momento na articulação: Prob 2.7 (Aula 03) e Ex 2.6 (§3.3); com dois líquidos, Prob 2.10 (§3.5).
3️⃣ Q3 — Hidrocinemática: campo de velocidades
O que pedem (e o que NÃO pedem)
Pedem: um campo 2D u(x,y,t) e, com ele:
∣u∣ num ponto;
o vetor aceleração num ponto e instante;
a linha de corrente que passa num ponto num instante;
a incompressibilidade;
a classificação (permanente/variável; uniforme/variado).
Ainda não saiu: trajetória, linha de filamento, rotacional, caudal. O rotacional vem no formulário, por isso pode sair. Treina-os no Resumo (§5.5, §5.7, §6.5).
A lógica
Aceleração = local + convectiva: ax=∂tu+u∂xu+v∂yu, e o mesmo para ay (§5.4).
Linha de corrente:udx=vdy com t fixo; separa as variáveis, integra com logaritmos e impõe o ponto (§5.6).
b) Com t fixo:
2xtdx=2ytdy⇒lnx0x=lny0y⇒y=xNota: em t=0 o campo é nulo em todo o lado. A resolução oficial cancela t antes de substituir, e a linha y=x vale para qualquer t>0.
Lição
Campo com t ⇒ nunca esquecer a aceleração local. Na linha de corrente, t é uma constante e costuma cancelar.
Exemplo real 2 (MAP1 16/03/2026 — P3, 6 val.)
u=2xi−yj (m/s).
a) (1,0) ∣u∣ em (1,2), t=0.
b) (1,5) Linha de corrente por (1,2) em t=1 s.
c) (1,5) O fluido comporta-se como incompressível?
d) (2,0) Classifica o escoamento no tempo e no espaço.
4️⃣ Q4 — Leis de conservação (NOVO este ano — provável)
O que podem pedir (sem histórico — inferido do âmbito e do tempo extra)
Não há nenhum MAP1 anterior com esta matéria; isto é uma previsão. O formato mais provável, ao estilo das alíneas curtas dos MAPs, é uma conduta ou um reservatório com:
Caudal/velocidade pela continuidade (Q=US, ramificação) — §7.5;
Pressão numa secção ou perda de carga pela carga H — §10.3–§10.4;
Força numa curva/bocal pelo Teorema de Euler — §8.3, §9.1.
Menos provável em 60 min: momentos/torniquete (§9.3–9.4), Vc móvel (§8.5), esvaziamento em regime variável (§7.6).
A lógica — a Ordem de ataque do Resumo
Vc com secções ⊥ ao escoamento → massa (as velocidades) → energia (as pressões, perdas e potências) → Euler (as forças) → força sobre a estrutura F=−R. Detalhe no hub (Checklist + Ordem de ataque).
Passos
Desenha o Vc e marca as secções 1, 2, … com a normal exterior.
Se o MAP vier igual aos anteriores (só 3 problemas)
Se não houver Q4, os 15 min extra são margem para refazer as contas da Q2 (o derrube e os braços) e para verificar os sinais na Q1.
🔁 Padrões Recorrentes
Aparece quase sempre
3 problemas, um por folha, por esta ordem: pressões → superfície curva → cinemática.
A superfície curva vale 10/20 nos dois anos, sempre com um quarto de círculo de R=1 m e sempre com uma pergunta de momentos a seguir às componentes.
Pressão dada em absoluta + patm=1,012×105 Pa ⇒ a primeira alínea é subtrair.
Mercúrio com d=13,6 nos dois P1.
Resultado pedido em m c.a. nos dois P1.
Campo de velocidades 2D, linear em x e y, com a linha de corrente num ponto nos dois P3. A EDO dá sempre logaritmos ⇒ uma potência (y=x, xy2=4).
γ=9800 N/m³ em todas as resoluções oficiais.
Alíneas qualitativas (justificar: “maior/menor/igual”, “incompressível?”, “permanente?”) que valem 1,5–3 val. e se ganham com uma linha de derivada ou um argumento físico.
Checklist anti-erro (revê nos últimos 2 min)
Pressão relativa em todo o problema; subtraí patm se o dado era absoluto
γi=di×9800; as unidades de γ são N/m³
No manómetro: desce → +, sobe → −, com o γ do líquido em que estou; ignorei a cota dentro do gás
ΠH: a projeção vertical só da parte molhada; o h0 é a profundidade do centro dessa projeção
ΠV: desenhei o volume até à superfície livre; decidi real (↓) ou fictício (↑); o quarto de círculo soma ou subtrai conforme o desenho
Braços medidos a partir do ponto de rotação e perpendiculares à linha de ação
Arco centrado na articulação ⇒ verifiquei que o momento hidrostático é nulo
Aceleração: incluí a parcela local∂tu se o campo tem t
Linha de corrente: t fixo; impus o ponto; simplifiquei para y=f(x)
Incompressibilidade e classificação: escrevi a derivada que justifica
Conservação: massa → energia → Euler; F=−R; bomba +, turbina −
Unidades e “por metro” em todas as respostas finais; nenhum arredondamento antes de uma diferença
📅 Plano de Estudo Sugerido (até 28/10/2026)
Roteiro (2 dias)
Dia 1 — 26–27/10: os dois MAPs como simulação
Fazer o MAP1 2025-26 em 45 min, sem ver as soluções, e corrigir com as resoluções deste Guia
Fazer o MAP1 2024-25 em 45 min e corrigir (no P2, comparar com a resolução própria)
Rever no Resumo as § onde houve erros (§4.3–4.5 é a mais rentável)
Q2 extra: Prob 2.11 (cilindro) e Prob 2.9 (comporta de segmento) do Resumo
Dia 2 — 27/10: o que é novo + revisão
Q4: Prob 4.2 (curva), Ex 4.13 (bomba/turbina), Aula 11 sl.12 (perda de carga) — 15 min cada
Q3: Prob 3.4 (síntese), para cobrir trajetória e rotacional
Ler o [[1.0 Resumo HI#🧭 Checklist de Estratégia|[!danger] Erros a evitar do hub]] e a Checklist anti-erro acima
Decorar o que não vem no formulário: ∇⋅u=0, H=γp+z+2gU2, P=γQH, Euler
Dia do MAP — 28/10, 10h30: calculadora científica não gráfica, caneta, folhas identificadas.
TABLE WITHOUT ID link(file.link, file.name) AS "Nota", date AS "Data", status AS "Estado"FROM "2.Técnico/2º Ano/1Semestre/Hidraulica I"WHERE (type = "note" OR type = "project") AND file.name != this.file.nameSORT date DESC