:LiCalculator: Formulário — IEco Exame (Época Normal 29/10/2026)
Parent project: MOC - Introducao a Economia
Âmbito
Referência rápida das fórmulas e relações que saem no exame, segundo a análise das 3 provas-modelo no Guia de Estudo (Exame-Exemplo 2026-27, Tipo 1, Tipo 2), mais as fórmulas dos slides reunidas nos Resumos (Índice · R1–R7). A §1 junta os cálculos da Parte II (Q11e–f), que saíram nas 3 provas. As §2–§8 seguem os capítulos. O exame é sem consulta: este formulário serve para decorar. Os slides têm poucas fórmulas em símbolos. As marcadas com † estão nos slides só em palavras, e as marcadas com ‡ são geometria/contas usadas nas resoluções oficiais, não fórmulas do curso.
:LiTrendingUp: 1. Cálculos da Parte II (Q11e–f) — índices, crescimento e poder de compra
Taxa de variação
É a base de tudo: as tabelas do OE/BdP dão taxas de variação (%), não níveis. Aplica-se ao PIB, aos índices de preços, aos salários e ao emprego.
Símbolos: = valor (ou índice) no ano · = valor no ano anterior · = taxa de variação.
PIB real do ano seguinte ‡
Projeta o nível do PIB real com a taxa de crescimento real da tabela (Exame-Exemplo Q11e: mil M€). Nunca somar o deflator: a taxa da linha “PIB” já é real.
Símbolos: = PIB a preços constantes no ano · = crescimento real do PIB (em decimal).
Deflator do PIB †
Nível de preços da produção doméstica. É um índice base 100, por isso divide-se por 100 ao converter (Tipo 2 Q21a: M$).
Símbolos: = PIB a preços correntes · = PIB a preços constantes do ano-base · ano-base → deflator .
Taxa de inflação a partir de um índice
Vale para o IPC/IHPC e para o deflator. A inflação é a variação % do índice, não a diferença simples (Tipo 2 Q21b: , não 6,1).
Símbolos: = taxa de inflação no ano · Índice = IPC, IHPC ou deflator.
Índice de preços acumulado ‡
Junta vários anos de inflação. Multiplica-se, não se soma (Exame-Exemplo Q11f: , logo os preços sobem 7,37%).
Símbolos: = inflação do ano em decimal · = nº de anos · resultado − 100 = subida acumulada dos preços (%).
Salário real e poder de compra †
O poder de compra só sobe se o salário nominal crescer mais do que os preços. Para o repor, basta um aumento igual à inflação acumulada (Q11f: 7,37%; com +10%, → ganho real ≈ 2,4%).
Símbolos: = aumento do salário nominal · = inflação acumulada (do índice acima) · usar o IHPC/IPC (consumidor), não o deflator.
Pontos percentuais vs %
A diferença entre duas taxas diz-se em p.p. (Tipo 1 Q21b: PT acelera p.p.; Tipo 2 Q10: energia acelera 16,4 p.p., não 16,4%).
Símbolos: = duas taxas (%) a comparar.
Variação do preço quando muda uma taxa de imposto ad valorem ‡
É a descida máxima do preço, que só acontece se toda a descida passar para o consumidor (Tipo 2 Q22, IVA 23% → 6%: , não −17%). Na realidade divide-se pelas elasticidades (§3).
Símbolos: = preço sem imposto · = taxa antiga e nova (ex.: IVA).
Ler a tabela antes de calcular
Acelerar ≠ subir: acelerar = a taxa aumenta (5,5% → 6,7% é aceleração). Desinflação ≠ deflação: na desinflação a inflação desce mas continua ; na deflação . Meta do BCE ≈ 2% (médio prazo, IHPC).
Reforço útil na Q11c (não está nos slides — só para justificar)
Exame-Exemplo: em 2026. Com o desemprego perto do nível natural, o crescimento tem de vir da produtividade.
:LiScale: 2. Mercados e impostos (R1)
Excedente do consumidor
Ganho dos compradores: o que estavam dispostos a pagar menos o que pagam. Graficamente, a área abaixo da procura e acima do preço.
Símbolos: = disposição a pagar (lida na curva da procura) · = preço de equilíbrio.
Excedente do produtor e lucro
Ganho dos vendedores: o preço menos o custo marginal. Graficamente, a área acima da oferta e abaixo do preço. Lucro ≠ EP: o EP ignora os custos fixos.
Símbolos: = custo marginal (lido na curva da oferta) · = preço de equilíbrio.
Excedente total
Ganhos totais do comércio. É máximo no equilíbrio de mercado sem falhas. Qualquer imposto reduz (Exame-Exemplo Q3: a opção D é F).
Símbolos: = excedente total (bem-estar).
Receita e peso morto do imposto ‡
O imposto abre uma cunha entre o preço do consumidor e o do produtor. A receita é uma transferência; a DWL (triângulo entre e ) é a perda de eficiência. Antes do imposto: .
Símbolos: = imposto unitário · = preço pago pelo consumidor · = preço recebido pelo produtor · = quantidade sem imposto · = quantidade com imposto · = deadweight loss (carga excedente).
Incidência e elasticidade (slide 30 — sai em EM e na Q12)
O lado menos elástico paga mais do imposto, seja qual for a incidência legal. A DWL cresce com a elasticidade da procura. Uma descida de imposto reparte-se da mesma forma: o lado mais elástico ganha menos. Deslocação vs movimento: muda o preço do próprio bem → movimento ao longo da curva; muda outra coisa (rendimento, substitutos, custos, tecnologia) → a curva desloca-se. Tecnologia/custos → oferta; gostos/rendimento/substitutos → procura.
:LiCloudFog: 3. Falhas de mercado e ambiente (R2)
Poder de mercado
Com poder de mercado, o preço fica acima do custo marginal, vende-se menos do que o eficiente e há peso morto.
Símbolos: = quantidade eficiente ().
Custo marginal social (externalidade)
O mercado só olha para o custo privado. Com uma externalidade negativa produz-se demais (). O ótimo social está onde a procura corta o CMS (T1 Q16: um voo adicional custa CMP ao aeródromo e CME às casas).
Símbolos: = custo marginal social · = custo marginal privado · = custo marginal externo (sobre terceiros).
Imposto de Pigou
Um imposto igual ao custo externo no ótimo faz o poluidor internalizar a externalidade e escolher . Só alinha os objetivos se (Tipo 2 Q18).
Símbolos: = imposto por unidade · = quantidade socialmente ótima · = preço de mercado.
Negociação privada (Coase) ‡
Se o ganho for positivo, há um pagamento que deixa ambos melhor. Quem paga depende de quem tem o direito: se o poluidor paga para poluir, o direito está com o lesado (Tipo 2 Q3).
Símbolos: oferta mínima aceitável pelo poluidor = lucros perdidos · oferta máxima dos lesados = o seu ganho.
Custo económico do abatimento
Os custos de abatimento incluem os dois. O benefício do abatimento não é um custo (Tipo 2 Q6). O ótimo de redução pesa este custo contra o valor do ambiente.
Símbolos: custo contabilístico = despesa explícita · custo de oportunidade = o que se deixa de ganhar.
Cap and trade eficiente
As licenças trocam-se até os custos marginais de abatimento se igualarem. Quem abate mais barato abate mais e vende licenças. É uma política de quantidade; o imposto é de preço.
Símbolos: = custo marginal privado de abatimento · = preço de equilíbrio da licença.
Bens públicos e dilema do prisioneiro
Rival × exclusível: bem público = não rival e não exclusível (atmosfera, autoestrada/ponte sem portagem → exclusão impossível; avião e discoteca excluem). Dilema do prisioneiro: cada país segue o interesse próprio e todos perdem face à cooperação (clima). Poluidor-pagador: nem sempre é o ideal.
:LiFactory: 4. PIB, crescimento e produção (R3)
As três óticas do PIB
Três formas de medir a mesma grandeza. Conta só bens finais (os intermédios dariam dupla contagem) e é territorial: conta o que se produz no país, seja qual for a nacionalidade (Exame-Exemplo Q5; T1 Q13: engenheiro português em Berlim → PIB alemão).
Símbolos: = valor acrescentado bruto · = salários · = juros · = lucros · = rendas · = consumo privado · = investimento · = despesa pública · = exportações · = importações.
Produto marginal e produto médio
O é o produto da última unidade de trabalho; o é a média. Com rendimentos decrescentes, o cai e puxa o para baixo.
Símbolos: = produção · = trabalho (horas, trabalhadores) · = variação.
Função de produção agregada
O crescimento de longo prazo vem do capital, do trabalho e sobretudo da tecnologia (). A inovação pode aliviar o trade-off crescimento/ambiente; as patentes restringem a concorrência para dar rendas de inovação.
Símbolos: = tecnologia/produtividade total · = capital · = trabalho.
Custo económico
O custo de oportunidade é o valor da melhor alternativa de que se abdica.
Símbolos: custo monetário = o que se paga · custo de oportunidade = o que se deixa de ganhar.
Ciclos (EM recorrente)
O investimento é a componente mais volátil e responde à taxa de crescimento do PIB (procura → utilização da capacidade → I), não ao nível. é menos volátil que o PIB; depende da procura externa.
:LiUsers: 5. Mercado de trabalho e desigualdade (R4)
Taxa de atividade
Quem quer trabalhar em proporção de quem pode. Sobe, por exemplo, com creches gratuitas (Tipo 2 Q5).
Símbolos: = população em idade ativa · população ativa = empregados + desempregados.
Taxa de desemprego
Mede-se sobre os ativos e ignora os inativos. Se entram novos ativos, pode subir ou descer.
Símbolos: desempregado = sem emprego, disponível e à procura.
Taxa de emprego
Mede-se sobre a PIA (inclui inativos). Por isso t. emprego + t. desemprego ≠ 100% (Exame-Exemplo Q7; Tipo 2 Q11).
Símbolos: = população em idade ativa.
Efeito de um aumento salarial na oferta de trabalho
O efeito substituição leva a trabalhar mais (o lazer fica mais caro); o efeito rendimento leva a trabalhar menos (mais rico → mais lazer). O total é ambíguo.
Símbolos: efeito substituição = troca de lazer por trabalho · efeito rendimento = mais rendimento → procura mais lazer.
Índice de Gini (leitura)
Lido na curva de Lorenz: quanto mais longe da diagonal, maior o Gini. Sobe com mais desemprego, mais markup e (no curto prazo) mais produtividade. Às vezes vem na escala 0–100. PT ≈ 0,31.
Símbolos: curva de Lorenz = % acumulada do rendimento (y) vs % acumulada da população (x) · diagonal = igualdade perfeita.
Taxa "natural"
No exame, “taxa natural” = desemprego de equilíbrio dos slides. Há sempre algum desemprego (sem ele não haveria custo de perder o emprego). Com desemprego perto do natural, o emprego já não pode puxar muito o crescimento (Q11c).
:LiCoins: 6. Inflação, moeda e bancos (R5)
Deflator, inflação, índice acumulado e salário real
Estão na §1 (são as fórmulas dos cálculos da Parte II).
Escolha intertemporal ótima †
Pede-se emprestado até a impaciência igualar o preço de antecipar consumo (benefício marginal = custo marginal).
Símbolos: = taxa de desconto (impaciência) · = taxa de juro (preço de antecipar poder de compra).
Agregado monetário lato †
A base monetária (notas e moedas, moeda legal) só o Banco Central cria. A moeda bancária é criada pelos bancos comerciais quando concedem crédito.
Símbolos: base monetária = base money · moeda bancária = bank money · agregado lato = broad money.
Causas e medida da inflação (EM recorrente)
Procura: procura agregada ↑ → emprego ↑ → salários ↑ → custos ↑ → preços ↑. Oferta: custos (petróleo) ↑ ou mais poder negocial de empresas/trabalhadores. Um choque de oferta traz inflação e desemprego (estagflação). IPC = preços do consumidor (cabaz, inclui impostos); deflator = produção doméstica; core = exclui energia e alimentos não transformados; a inflação média (12 meses) reage com atraso à homóloga. Bancos: transformam maturidades (depósitos líquidos → empréstimos ilíquidos), por isso têm risco de liquidez e podem sofrer corridas.
:LiLandmark: 7. Política económica (R6)
Equilíbrio do mercado do produto
Em equilíbrio, a despesa agregada (procura) é igual ao rendimento (oferta). É a reta de 45° do diagrama do multiplicador.
Símbolos: = despesa agregada · restantes como na §4.
Multiplicador da despesa pública
Cada € de vira rendimento, que é em parte gasto outra vez, por isso . As fugas (poupança, impostos, importações) reduzem . Exemplo: , , → .
Símbolos: = PMC (propensão marginal a consumir, ) · = taxa de imposto · = PMI (propensão marginal a importar).
O que mexe no multiplicador (sai sempre: 26-27 Q11d, T1 Q4, T2 Q9)
sobe com PMC ↑ (famílias pobres, com restrições de crédito, poupança baixa), ↓, ↓ (economia menos aberta) e juros que não sobem. desce numa economia mais aberta (parte do rendimento foge para importações). A austeridade tem o multiplicador ao contrário.
Défice primário e saldo orçamental
Têm sinais opostos: “saldo de −3%” = défice de 3%. O défice é contracíclico (sobe em recessão: os estabilizadores automáticos fazem ↓ e ↑). O saldo primário exclui os juros da dívida.
Símbolos: = despesa pública · = receita fiscal.
Rácio dívida/PIB — quando desce †
Défice = fluxo (por ano); dívida = stock (acumulado). O rácio pode descer mesmo com défice, se o PIB crescer mais do que a dívida (Tipo 2 Q13).
Símbolos: = crescimento do PIB nominal · = crescimento da dívida.
Rácio de sacrifício
Desinflacionar custa produto: baixar a inflação 1 p.p. custa ≈ 5% de um PIB anual (Tipo 2 Q8). A credibilidade do BC (forward guidance, independência) reduz esse custo.
Símbolos: p.p. = pontos percentuais de inflação.
Quem tem que instrumento (Q13 — frase obrigatória)
Política monetária (juros, QE) → BCE, meta ≈ 2% · transmissão: taxa diretora → Euribor → juro do crédito → prestação → , · juros muito baixos → armadilha da liquidez (ZLB). Política orçamental (, ) → governo. Um país da zona euro “não tem política monetária nem cambial autónoma”: só lhe resta a orçamental. Referências da UE (nos slides só como linhas “threshold”): défice 3%, dívida 60% do PIB. Paradoxo da parcimónia: a tentativa agregada de poupar mais baixa o rendimento agregado. Estabilizadores automáticos (subsídio de desemprego, impostos progressivos) atuam automaticamente; políticas em sentido contrário → ajustamento mais lento.
:LiGlobe: 8. Economia internacional (R7)
Grau de abertura
Quanto mais aberta, mais os choques externos pesam no PIB e menor é o multiplicador. Portugal é muito aberto, por isso o peso direto de um mercado (7% para os EUA) não mede o efeito indireto via parceiros (Q12 2026-27).
Símbolos: = exportações · = importações · = PIB.
Balança corrente
A balança comercial é só . Se as importações crescem mais do que as exportações, o saldo piora e a procura externa líquida contribui negativamente para o PIB (Q11b).
Símbolos: rendimentos líq. = juros e dividendos recebidos − pagos ao exterior · transferências líq. = remessas, fundos UE, etc.
Identidades da balança de pagamentos
BC < 0 ⟺ ⟺ o país pede emprestado ao exterior (BF > 0). Um défice público maior baixa e tende a piorar a BC (só em palavras nos slides).
Símbolos: = balança corrente · = balança financeira · = poupança nacional · = investimento.
Taxa de câmbio real
Mede a competitividade. sobe = depreciação real → bens nacionais mais baratos → X ↑, M ↓. Dizer sempre a convenção de .
Símbolos: = câmbio nominal (unidades de moeda nacional por 1 de moeda estrangeira; ↑ = depreciação) · = preços externos · = preços internos.
Trilema e comércio
Trilema: câmbio fixo + capitais livres + política monetária independente → só dois. Zona euro como um todo = flutuação + capitais livres + BCE; um país dentro do euro perde a política monetária. Especialização aumenta a produtividade (escala, learning by doing) e exige comércio. Abrir ao comércio encarece o fator abundante e embaratece o escasso (há ganhadores e perdedores). Tarifas → DWL.
:LiCompass: Checklist — que ferramenta usar?
| Sintoma do enunciado | Ferramenta |
|---|---|
| ”Calcule o PIB real de 2026” + taxa de crescimento | §1 — com a taxa real |
| Deflator + PIB real/nominal | §1 — Deflator |
| Inflação a partir de dois índices | §1 — variação % do índice |
| ”Salários parados desde…”, “recuperar o poder de compra” | §1 — índice acumulado (produto) + salário real |
| Comparar a aceleração de duas taxas | §1 — diferença em p.p. |
| Mudança de IVA → “o preço deve descer X%“ | §1 — + §2 incidência |
| Imposto, quem paga, DWL, gráfico S/D | §2 — excedentes, cunha , elasticidades |
| Poluição, aeródromo, “custo de um voo adicional” | §3 — , Pigou |
| Licenças de emissão, empresas A e B | §3 — cap and trade () |
| “Entra no PIB de Portugal?” | §4 — três óticas, territorial, só bens finais |
| Taxa de emprego/desemprego/atividade | §5 — o denominador certo |
| Investimento do PRR, efeito no PIB, economia aberta | §7 — e fugas |
| Défice/dívida, “rácio desce se…” | §7 — fluxo vs stock, saldo primário |
| BCE, França, zona euro, “que instrumentos” | §7 — só política orçamental |
| Balança comercial, tarifas, exportações para os EUA | §8 — abertura, , contributos |
| Câmbio, competitividade | §8 — |
Erros a evitar
Somar taxas de inflação em vez de multiplicar · esquecer de dividir por 100 o deflator/IPC · usar o deflator no poder de compra (é o IHPC) · somar o deflator ao crescimento real · dizer ”%” quando é p.p. · confundir acelerar com subir · desinflação = deflação · t. emprego + t. desemprego = 100% · contar bens intermédios ou produção no estrangeiro no PIB · achar que o imposto é pago por quem a lei diz (decide a elasticidade) · dizer que o imposto não muda · défice (fluxo) = dívida (stock) · “saldo” e “défice” com o mesmo sinal · multiplicador maior numa economia mais aberta · esquecer “sem política monetária nem cambial” na zona euro · usar matéria fora dos slides (Solow, Okun, , Fisher, AD-AS, fórmula do Gini).
:LiLink: Notas relacionadas
Estudo do exame
Resumo (Índice) · Guia de Estudo · Resumos por capítulo: 1 · 2 · 3 · 4 · 5 · 6 · 7 MOC: MOC - Introducao a Economia · Receita: Guia-Criar-Notas-Estudo
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